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Estimulação Ovariana e FIV com médico especialista em fertilidade

Entenda a importância da estimulação ovariana em uma FIV e saiba em qual médico especialista em fertilidade realizar seu tratamento.

A estimulação ovariana é uma das técnicas mais comuns de tratamento para problemas relacionados ao sistema reprodutivo e à infertilidade.

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O tratamento envolve o uso de medicamentos sintéticos semelhantes aos produzidos pelo organismo, que ajudam a estimular a produção de óvulos.

Além disso, também abrange exames regulares e acompanhamento para monitorar o desenvolvimento dos óvulos e, também, o funcionamento dos ovários.

Como resultado, a estimulação ovariana pode ajudar as pacientes com dificuldades de engravidar a ter filhos.

A seguir você vai entender quando a estimulação ovariana é indicada, sua relação e importância para o tratamento com a FIV e conhecer o Dr. Rodrigo Mirisola, que é especialista neste procedimento.

Quando a estimulação ovariana é indicada?

Em geral, a estimulação ovariana, que é a primeira etapa de todas as técnicas de reprodução assistida, é indicada para mulheres com distúrbios de ovulação, como a síndrome dos ovários policísticos (SOP), quando há dificuldades no desenvolvimento, amadurecimento ou ruptura do folículo, impedindo, assim, a ovulação.

Os distúrbios de ovulação são atualmente considerados, a causa mais frequente de infertilidade feminina, provocando na maioria das vezes irregularidades menstruais.

Estimulação ovariana na FIV

A Fertilização In Vitro é um tratamento de fertilização assistida com altas taxas de sucesso e, é quando, os gametas femininos (óvulos) e masculinos (espermatozóides), são manipulados em laboratório, a fim de promover a formação dos embriões para que a transferência para o útero da mulher tentante seja realizada.

A FIV é um processo muito complexo e envolve vários passos, incluindo a estimulação ovariana. Nessa etapa, além dos medicamentos, as pacientes também são submetidas a exames frequentes para acompanhar os resultados da estimulação, avaliando se a resposta é satisfatória.

Quando os folículos finalmente atingirem o tamanho adequado, a paciente vai receber uma injeção de outro hormônio para estimular o amadurecimento dos óvulos.

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Após um tempo médio, que deve variar entre 34 a 36 horas, vai ser realizada a punção dos folículos para aspiração dos óvulos. O sêmen é coletado e preparado para a fecundação em laboratório, no mesmo dia.

Os embriões então serão formados, e seu desenvolvimento também deve ser acompanhado em laboratório. O tempo de desenvolvimento embrionário vai variar e, os embriões selecionados, são transferidos para o útero materno e aqueles que não foram transferidos e que apresentam boa qualidade, podem ser criopreservados, para uso de uma possível utilização futura.

O ciclo de estimulação ovariana para a FIV geralmente leva entre 10 e 12 dias, embora, em alguns casos, possa durar mais ou menos tempo, dependendo da quantidade de medicamentos exigidos e da resposta individual de cada paciente ao tratamento.

A estimulação ovariana é um processo insubstituível, por isso, é importante que as pacientes que vão se submeter a FIV entendam como funciona este procedimento, para que possam passar pelo o tratamento da melhor forma possível.

Médico especialista em estimulação ovariana e FIV

O Dr. Rodrigo Mirisola é um especialista em reprodução assistida, que viabiliza a realização da estimulação ovariana e FIV através do que a de mais moderno na medicina reprodutiva, para aumentar as chances de gravidez.

Nesse sentido, caso você esteja enfrentando dificuldades de engravidar, pode consultar com esse profissional para avaliar os motivos e as suas possibilidades.

Na primeira consulta, o profissional irá fazer uma entrevista detalhada para analisar, principalmente, o histórico clínico de você e seu parceiro(a) e de suas famílias, bem como investigar se vocês já passaram, anteriormente, por técnicas de reprodução assistida.

Alguns exames também podem ser solicitados, a fim de investigar possíveis distúrbios ovulatórios e, com o resultado dos testes em mãos, será possível saber se a FIV é o melhor tratamento para o seu caso.

O objetivo desse profissional, após o início do seu tratamento, é garantir que você tenha tranquilidade, recebendo um atendimento humanizado para se sentir cuidada com a sua saúde ginecológica, obstétrica e reprodutiva, tendo como aliado um profissional que tem formação e especialização, em universidades conceituadas do Brasil e exterior.

Conclusão

Após o nascimento do primeiro bebê com o auxílio da fertilização in vitro, na década de 1970, as técnicas de reprodução assistida se tornaram mais populares e uma importante alternativa para mulheres com distúrbio de ovulação, causada pela síndrome do ovário policístico, por exemplo, a engravidar.

As técnicas de reprodução assistida reúnem um conjunto de procedimentos, dentre eles a estimulação ovariana, que têm por finalidade facilitar ou viabilizar a gravidez para casais inférteis, através da FIV.

A estimulação ovariana na FIV é um procedimento que tem possibilitado que muitos casais realizem o sonho da gravidez, no entanto, é necessário que o procedimento seja realizado por um médico ginecologista especialista em reprodução assistida e que todas as recomendações, seja de preparo físico ou emocional, sejam adotadas pelo casal tentante.

Caso você tenha ficado com mais dúvidas sobre a importância da estimulação ovariana, no tratamento da fertilização in vitro, agende sua consulta com o Dr. Rodrigo Mirisola, ginecologista especialista nas mais complexas técnicas de reprodução assistida.

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